TABELA DE CUIDADOS COM OS CABELOS – 2015


1ª SEMANA


23/07 NUTRIÇÃO (Monovin A+ óleo de Azeite+Bepantol)


25/07 HIDRATAÇÃO (Rícino+Glicopan+Tônico)


27/07 NUTRIÇÃO (Bepantol)


2ª SEMANA


29/07 HIDRATAÇÃO


31/07 NUTRIÇÃO (R+G+T)


02/08 RECONSTRUÇÃO (A+B+T)


3ª SEMANA


04/08 NUTRIÇÃO (A+A+R)


06/08 HIDRATAÇÃO (R+G+T)


08/08 NUTRIÇÃO (A+B+T)


4ªSEMANA


10/08 HIDRATAÇÃO (M+A+A+R)


12/08 NUTRIÇÃO (R+G+T)


14/08 RECONSTRUÇÃO (A+B+T)


A = Óleo de Argan


A = Azeite Extra Virgem


B = Bepantol


G = Glicopan


M = Monovin A


R = Rícino

2015-07-27 21-54-26.633 2015-07-27 21-55-33.198 2015-07-27 21-55-43.595 2015-07-27 21-55-53.024 2015-07-27 21-55-58.355 2015-07-27 21-56-04.789 2015-07-27 21-56-12.150 2015-07-27 21-56-18.1112015-07-27 21-53-15.942 2015-07-27 21-53-25.312 2015-07-27 21-54-00.634 2015-07-27 21-54-13.340 2015-07-27 21-54-21.738

Anotação de Enfermagem IV


07/07/2015 (anotações realizadas em 20/02/15 – sexta-feira)

Gasometria:

Avalia os gases do sangue arterial ou venoso, monitoriza doenças respiratórias, fornece informações sobre a oxigenação do paciente, ventilação e equilíbrio ácido-base. Também chamada: Gasometria Arterial, Ph, Po², Pco², Bicarbonato, Hco³-, Saturação de oxigênio.

Exames relacionados:

Eletrólitos, bicarbonato, Ureia, Creatinina.

O que significa o resultado do exame:

Resultados anormais indicam que:

  • O paciente não está recebendo oxigênio suficiente;
  • Não está eliminando Dióxido de Carbono em quantidade adequada;
  • Há um problema na função renal;
  • Há um problema metabólico.

Resultados normais de Po² indicam que, a pessoa está recebendo oxigenação suficiente.

Acidose e Alcalose (RESPIRATÓRIO)

Acidose respiratória caracteriza-se por Ph baixoPco² alto devido a uma dificuldade respiratória. Pouco oxigênio é absorvido e pouco dióxido de carbono é eliminado. Isso tem muitas causas incluindo: PNM, DPOC e Sedação excessiva.

Alcalose respiratória caracteriza-se por Ph alto e Pco² baixo devido a uma Hiperventilação causada por dor, sofrimento emocional e outros distúrbios.

Acidose e Alcalose (METABÓLICO)

Na Acidose Metabólica há diminuição do Ph e do bicarbonato. As causas incluem Diabetes, Choque e Insuficiência Renal.

Na Alcalose Metabólica há um aumento do Ph e do bicarbonato, que pode ocorrer com hipocalemia, vômitos crônicos com perda de ácido gástrico e infusão excessiva de bicarbonato.

Resumo:

A Gaso é usada para avaliar a oxigenação e o ácido-base ou quando há problemas respiratórios. Os resultados dos outros componentes da gasometria são inter-relacionados e devem ser considerados em conjunto. Certas combinações de resultados fornecem uma indicação da causa da acidose ou da alcalose.

Principais combinações observadas:

  • Quando o Ph está menor que 7.4, o bicarbonato está baixo e o Pco² está baixo, o paciente está em acidose metabólica, as causas comuns são: Insuficiência Renal, choque, Cetoacidose diabética;
  • Quando o Ph está maior que 7.4, o bicarbonato alto, o Pco² alto, o paciente está em alcalose metabólica, as causas mais comuns são: por vômitos crônicos, hipocalemia.
  • Quando o Ph está menor que 7.4, o bicarbonato alto, o Pco² alto, o paciente está em acidose respiratória, as causas mais comuns são: doenças pulmonares, como a pneumonia. Quando o Ph está maior que 7.4, o bicarbonato baixo, o Pco² baixo, o paciente está em alcalose respiratória, as causas mais comuns são: A Hiperventilação, dor, ansiedade.

Bicarbonato: Tratam a acidose metabólica e suas manifestações, também na cetoacidose diabética, insuficiência renal, perturbações acidobásicas. Contraindicações: alcalose respiratória e metabólica, pacientes com perda de cloreto causada por vômito ou drenagem gastrintestinal, hipocalcemia.

Calcemia: nível de cálcio no sangue.

Hipocalcemia: é uma deficiência nutricional caracterizada por um nível de cálcio no sangue menor que 2.1 mmol/l ou 8.5 mg/dl

Hipercalcemia: acontece quando a quantidade de cálcio no sangue é maior que o normal. Concentrações normais: 9 – 10.5 mg/dl ou 2.2 – 2.6 mmol/dl.

Ureia e Creatinina: Avaliam a função renal. A creatinina diagnostica vários problemas renais. A Ureia é sintetizada pelo fígado a partir de Co² e amônia é excretada na urina, não é tão especifica para a avaliação da função renal como a creatinina,mas   é sensível a as alterações primárias das condições renais.

Eletrólito: Terminologia médica utilizada para um sal ou um íon no sangue ou em outro líquido corporal que, leva uma carga, que permitem a passagem de corrente elétrica.

Exemplos principais:

Sódio (Na+) sua função é a manutenção do volume circulante, absorção da glicose e transporte de várias substâncias pelo intestino.

Potássio (K+) é o principal eletrólito no líquido intracelular, transporta o², facilita a conversão da glicose em glicogênio pelo fígado, auxilia a contração muscular, regulação da pressão arterial e do equilíbrio hídrico, etc..

Cloreto (CL-) é controlado metabolicamente como sódio e sua regulação depende principalmente da função renal. Contribui no transporte de gases e na regulação ácido-base, entre outras funções.

Fosfato do Hidrogênio (Hpo 42-), Carbonato de Hidrogênio (Hco³), Cálcio (Ca²+), Magnésio (Mg²+). Essenciais às várias funções corporais.

Po² é a pressão parcial ou tensão de oxigênio na fase gasosa em equilíbrio com o sangue.

Ph indica o grau de acidez ou alcalinidade do sangue, sua alteração sugere desequilíbrio no sistema respiratório ou metabólico.

Ácido-base: Um ácido é uma substância capaz de doar prótons (H+ ). Uma base é uma substância capaz de receber prótons. A manutenção do equilíbrio ácido-base envolve os pulmões e os rins. os pulmões eliminam as substâncias voláteis (gases), controlam a troca entre o sangue e a atmosfera. Os rins dentre outras funções controlam a concentração de bicarbonato.

HUMANIZAÇÃO NO ATENDIMENTO À MÃE INTENSIVISTA


OBJETIVO

Caracterizar o perfil materno em Unidade de Terapia Infantil. Para refletir sobre o Atendimento Humanizado oferecido a esse público, com base nos fundamentos do Sistema Único de Saúde (SUS) E Ministério Público.

METODOLOGIA

Sendo desenvolvido, em um primeiro momento através de observação aos diferentes tipos de mães e em um segundo momento em situações reais, que surgem no setor de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica. E a partir daí realizou-se pesquisa utilizando ferramentas virtuais: Revistas Online, Blogs, em que mães dão depoimentos em entrevistas sobre a entrada e permanência de seus filhos à unidade, sejam após o nascimento ou por alguma patologia adquirida, a fim de apoiar outras mães na mesma situação. Consulta nas Diretrizes do Sistema Único de Saúde, Política Nacional de Humanização do Sus. Surge então, a escassez de artigos relacionados ao perfil desse público, já que o foco é restabelecer a saúde da criança.

INTRODUÇÃO

A importância desse estudo está na necessidade em analisar o perfil materno beneficiando, o tratamento para uma criança em situação crítica de saúde.Traçando um paralelo de comunicação entre profissionais e familiares, o tema especificado é de grande relevância, visto que, tem o intuito de abordar o acolhimento a um público emocionalmente desestruturado. O atendimento atual é desafiador para qualquer profissional, a caracterização da população atendida é de suma importância para criar estratégias de atendimento pensando no acolhimento como um todo: profissionais, pacientes e familiares.

Visando analisar as ideias centrais do Ministério da Saúde sobre a assistência. Partindo do pressuposto:

Inciso III, do art. 5º da Lei Nº 8.080, de 19-09-1990, do Sistema Único de Saúde, que trata sobre os objetivos e atribuições do SUS. Que são dar assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, realizar ações assistenciais  e atividades preventivas aos indivíduos.

Evidentemente, que cumprindo essa lei, contribui-se para uma qualidade de vida melhor a todos. Alguns comportamentos maternos podem estigar a reflexão sobre o porquê de suas ações, repensar no atendimento a esse tipo de situações, que surgem em uma UTI Infantil. Observando o aspecto dessas mães podemos traçar um plano de atendimento humanizado e individualizado com o intuito de amenizar os seus sofrimentos, auxiliando no tratamento da criança. A infirmação em todos os perfis é primordial é a ferramenta de maior uso na comunicação e de maior importância para humanizar o ambiente hospitalar.

Embora o SUS obtivesse conquistas importantes, ainda não conseguiu resolver a maior parte dos problemas de saúde da população, sendo dois dos principais: a dificuldade de acesso aos serviços e o mau relacionamento com os profissionais da área. Com a finalidade de dar suporte ao atendimento do SUS, em maio de 2000, o Ministério da Saúde regulamentou o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAN) que objetivava promover uma nova cultura no atendimento baseada, principalmente em um melhor relacionamento entre todos os atores envolvidos (Cap. VI). A proposta de atenção à saúde da população no período 2004 – 2007, contida no Plano Nacional do Ministério, fornece a referência de quais medidas e grupos populacionais são priorizados para resolver os principais problemas do sistema. Seguindo esse princípio têm-se a necessidade de analisar que perfil populacional é esse e qual seu benefício. Para estabelecer estratégias para treinamento multiprofissional de atendimento a mães intensivistas, já que elas fazem parte dessa equipe de recuperação de saúde de seu filho.

A caracterização deve retratar como a mãe se apresenta nos aspectos emocional, social e físico, de acordo com seu comportamento individualizado. Salienta-se que o roteiro descrito é uma sugestão para nortear o registro facilitando uma sequência de ideias, que retratará uma opinião observacional de comportamentos. Perfil de mães observadas: Leiga, Instruída,  Idosa, Menor de Idade, Presente, Ausente. Pontuando registros observados têm-se:

Mãe Leiga: Alheia ao assunto não consegue acompanhar as informações fornecidas. Um perfil, que precisa ser orientado, conduzido de forma que possa auxiliar a equipe multiprofissional no tratamento médico.

Mãe Instruída: Esse perfil materno vem cheio de informação auxiliando a equipe no processo do tratamento ou não, por questionar pontos essenciais e muitas vezes não cooperando com o tratamento. Precisando aí estratégias específicas para orientação e direcionamento da situação.

Mãe Idosa: Mãe ansiosa, insegura precisa de apoio prático e psicológico.

Mãe Menor de Idade: Orientá-la e prepará-la para cuidar do seu filho, em frente sua imaturidade e inexperiência diante de tão pouca idade.

Mãe Ausente: Assim, podemos dizer que, a ausência é um fator para tal, não significando, necessariamente, que esteja de fato. Resgatar essa mãe é de suma importância.

Considerando o exposto é interessante trabalhar esse conceito, gerando reflexões acerca de quais aspectos podem garantir estratégias específicas a cada perfil. No decorrer do processo ficará cada vez mais claro que, o atendimento humanizado mostra-se como um aspecto mais relevante. Informar, sensibilizar o ser humano para a importância da mudança de atitude e de comportamento para uma melhor oferta de qualidade de atendimento respeitoso é de suma importância. partindo do pressuposto da Política Nacional de Humanização.

¨Princípios da Política de Humanização

  1. Respeito à diversidade de linguagens, crenças e valores.
  2. Respeito à subjetividade e à dignidade.
  3. Respeito ao diálogo, à livre expressão de opiniões e à escolha informada.
  4. Construção da Universalidade do direito ao atendimento, com qualidade e eficiência do acolhimento.
  5.  Construção da equidade de condições para a igualdade de resultados.
  6. Construção da autonomia e do protagonismo.
  7. Construção da grupalidade e da interdisciplinaridade na prática dos conhecimentos e das intervenções.
  8. Construção da participação social e da gestão participativa ¨.

 

Como estratégia de acolhimento, que consiste em receber, orientar e ouvir com, atenção essa mãe. Assim, há um rompimento de barreiras entre profissionais, usuários e serviços de saúde. Mãe bem informada é mãe calma, cooperativa diminuindo o estresse de seu filho, profissionais e de si própria.

Segundo Broca e Ferreira os profissionais se deparam com o problema da comunicação interferindo na continuidade, qualidade e na dinâmica da prática da assistência. Vindo de encontro com a proposta do trabalho em conhecer e caracterizar esse público, para um atendimento humanamente respeitoso. Morais e Costa confirmam essa proposta, quado dizem em seu trabalho, que surge a necessidade de refletir a respeito da relevância da comunicação no processo do cuidar humanizado.

A assistência centrada nas necessidades da criança  deve ser baseada não apenas em procedimentos e normas pré-estabelecidas, mas na valorização da individualidade, visto que o ser humano possui características específicas, que devem ser respeitadas e valorizadas.

Na declaração de Fabiana Santos no blog tudosobreminhamae, ela diz: ¨Só que dentro da rotina de uma UTI Neonatal acontece tanta coisa, que a gente precisa superar esse primeiro choque e buscar se fortalecer para as outras batalhas que virão… Eu sei também que a gente olha para os médicos e enfermeiros, tão acostumados com esse ambiente, e gostaria de ter deles uma atenção redobrada. A gente se sente tão sobrecarregado que só enxerga a própria história. Mas com o tempo a gente vai aprendendo que existem outras crianças em volta, casos mais graves¨.

Um projeto de orientação e treinamento buscando estimular o comprometimento de todos os envolvidos a um acolhimento de senso comum solucionando problemas interfere nessa qualidade das ações na unidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ORGANIZANDO A NOVA MUDANÇA


DE VOLTA PARA SÃO PAULO 2016

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Assistência de Enfermagem em UTINeo


16/01/2016

Prof.ª Patrícia/Suely

Disciplina: Assistência de Enfermagem em UTI Neo

Tema:

Anomalias do Trato Geniturinário:

  • Rim policístico;
  • Agenesia renal;
  • Genitália ambígua;
  • Hipospádia;
  • Extrofia de bexiga;
  • IRA;
  • Diálise;

Anomalias do Sistema Nervoso Central:

  • Meningomielocele;
  • Anencefalia;
  • Microcefalia;
  • Encefalocele;
  • Hidrocefalia congênita;
  • V.P.;
  • I.C.;
  • Síndromes convulsivas.

 

TRATO GENITURINÁRIO:

  • Adrenal: Sistema endócrino
  • Função: sintetizar hormônios como: aldosterona, cortisol, hormônios sexuais como testosterona, adrenalina e noradrenalina.
  • Rim: órgão par – Funções básicas: filtrar e excretar produtos metabólicos e toxinas regulares o equilíbrio de fluídos e eletrólitos, equilíbrio ácido-base, metabolismo de Ca e controle de PA.
  • Ureter: musculatura lisa encarregado de levar urina para a bexiga.
  • Bexiga: Possui três camadas de músculos: destrussor da bexiga, musculatura lisa no esfíncter interno e fibras estriadas no esfíncter interno.
  • Uretra: Conduto membranoso pela qual a urina é expelida. A uretra masculina é maior que a feminina e é dividida em três partes: prostática membranosa e esponjosa.

 

DESENVOLVIMENTO RINS

No embrião:

  • PRONEFRO – Rudimentar e não funcional (início 4ª semana)
  • MESONEFRO – bem desenvolvido (FIM DA 4ª SEMANA)
  • METANEFRO – Rins permanentes (Início 5ª semana e funcionamento 4 semanas depois)

 

ANOMALIA GENITURINÁRIA:

  • 20 – 30% dos achados USG fetal (Isfer, 1996).
  • Dificilmente associada a fatores extrínsecos como agentes teratogênicos ou infecciosos;
  • Origem multifatorial;
  • Mais frequente no sexo masculino.

 

Anomalias do trato urinário superior:

  • Anomalia de número
  • Anomalia de volume
  • Anomalia de forma e fusão
  • Anomalia de ascensão
  • Anomalia de rotação
  • Anomalias vasculares
  • Anomalia do sistema coletor
  • Anomalia da uretra

 

Anomalia de número – Agenesia renal

 

Unilateral

Mais frequente

1:1000 nascimentos

Sexo masculino

Lado esquerdo

Tendência familiar

Avaliar genitais

Bilateral

1:3000 nascimentos

Achado USG PN

Oligodrâmnio severo

Incompatível com a vida

Aspecto fetal (POTTER)

75% sexo masculino

 

 

Agenesia renal

Anomalia de numero rins supranumerários

  • Dois brotos ureterais;
  • Dois normais e um menor;
  • Separados ou aderido ao normal;
  • Predomínio à esquerda;
  • Masculino = feminino;
  • Abaixo do rim dominante;
  • Dor, febre, massa palpável.

 

RINS SUPRANUMERÁRIOS

FUSÃO:

  • Em panqueca: Massa única, Aspecto achatado, Ureteres curtos, Sistema coletor anteriorizado,
  • Irrigação sanguínea anômala.
  • Em ferradura: Fusão dos polos inferiores, Síndrome de Turner, TU de Wilms, sem Sintomas, Massa palpável em linha média.
  • Em sigmoide: Segunda anomalia mais frequente; Ocorre fusão má rotação em seus eixos verticais.

 

MIGRAÇÃO:

Ectopia Renal Simples

  • Fora da loja renal
  • Pélvica, ilíaca, abdominal, etc.
  • 1:900 nascimento
  • Lado esquerdo
  • Maior incidência de agenesia contralateral

 

Doenças renais císticas

GENÉTICA

  • Doença renal policística autossômica recessiva (DRPAR)
  • Doença renal policística autossômica dominante (DRPAD) mais comum
  • Doença glomerulocística
  • Displasia medular cística associada a síndrome

 

S/ TRANS. GENÉTICA

Doença renal multicística displásica

  • Displasia cística obstrutiva
  • Cisto simples
  • Cisto multilocular

 

O prognóstico destas doenças renais no feto está relacionado com a lateralidade do acometimento, a existência ou não de oligoâmnio, a presença de displasia renal e a associação com outras malformações extrarrenais, que consequentemente trarão um desfecho desfavorável a este feto. (Santos, 1998/Macedo, 2003)

50% dos RNs morrem por hipoplasia pulmonar em virtude de oligodrâmnio

80% dos bebes que sobrevivem 33% desenvolve doença renal terminal

Apresentam rins palpáveis com massas abdominais bilaterais

Deteriorização da função tubular e acidose metabólica

Redução da concentração da urina

Hipertensão

 

DIAGNÓSTICO

  • Pré-natal – USG fetal
  • Pós-natal – USG e exame clínico

 

TRATAMENTO

  • Não há tratamento específico
  • Suporte de ventilação mecânica
  • Diálise

 

RINS POLICÍSTICOS

 

GENITÁLIA AMBÍGUA: EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA

  • Hiperplasia adrenal congênita
  • Síndromes mal formativas
  • Risco biopsicossocial

 

HERMAFRODITISMO VERDADEIRO

  • Presença de tecido testicular e ovariano
  • Mais comum é ovário de um lado e testículo do outro
  • Pode não haver ambiguidade de genitália externa

 

DISGENESIA GONODAL MISTA

  • Ambiguidade genitália externa;
  • Cariótipo mais frequente 45, XY e 46, XY.

 

HOMEM XX

  • Sexo genético 46, XX;
  • Desenvolve testículo com produção de testosterona
  • Virilização da genitália externa
  • 1/5 dos acometidos desenvolve genitália ambígua (pseudo-hermafroditismo masculino)
  • Infertilidade

 

PSEDOHERMAFRODITISMO MASCULINO (PHM)

  • Cariótipo 46, XY
  • Testículo bilateral
  • Ambiguidade de órgãos externos

 

PSEDOHEMAFRODITISMO FEMININO (PHF)

  • Cariótipo 46, XX
  • Genitália externa ambígua
  • Presença de ovário
  • Hiperplasia congênita de suprarrenais.

 

DIAGNÓSTICO

  • Cariótipo
  • Biópsia de gônadas
  • Anamnese:
  • Ingestão materna de drogas virilizantes ou feminilizantes entre 8ª e 12ª sem gestação
  • Casos na família – mortes inexplicadas por desidratação
  • Pais consanguíneos – > probabilidade de hiperplasia adrenal congênita
  • Doença virilizante materna

 

TRATAMENTO

  • Cirúrgico
  • Hormonal
  • Opção sexo – dependendo da estrutura anatômica e idade
  • Acompanhamento psicológico paciente e família

 

HIPOSPÁDIA

  • Anomalia congênita comum
  • Associação de 3 anomalias:
  • Abertura ventral anômala do meato uretral (sempre presente)
  • Curvatura ventral anômala do pênis
  • Distribuição anormal do prepúcio
  • Circunferência ventral do pênis incompleta = uretra incompleta
  • Incidência 1:250 – 1:500

 

CLASSIFICAÇÃO

  • DISTAL

Uretra termina próximo a extremidade (50%)

  • PENIANA

Uretra termina no meio do pênis (30 %)

  • PROXIMAL

Uretra termina na base do pênis (20%)

 

CAUSAS:

FATORES ENDÓCRINOS

  • Reprodução in vitro – 5 x mais que gestação espontânea (administração materna de progesterona?)
  • Deficiência da enzima 5-alfa redutase ou deficiência receptores hormonal a nível celular do pênis

FATORES GENÉTICOS

  • Síndrome Reifenstein

FATORES AMBIENTAIS

  • Contato materno com substâncias que contém estrógenos, pesticidas e fungicidas.

 

DIAGNÓSTICO

  • Exame Físico
  • Anamnese
  • Presença de testículo na bolsa (Criptorquidia – investigar pseudo-hermafroditismo)
  • Presença de curvatura

 

TRATAMENTO

  • CIRÚRGICO (6 a 18 meses)
  • Não realizar circuncisão

COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS

  • Infecção
  • Sangramento/ hematoma
  • Fístula
  • Estenose
  • Divertículos uretrais

 

HIPOSPÁDIA FEMININA

  • Má formação onde o óstio da uretra tem abertura na parede anterior da vagina
  • Raramente diagnosticada na infância
  • Diagnóstico normalmente é feito por pesquisa de ITU de repetição
  • Em raros casos pode haver agenesia de uretra. O colo vesical se abre diretamente na vagina = incontinência

 

EXTROFIA DE BEXIGA

  • Fechamento incompleto da parte inferior da parede abdominal anterior.
  • Não ocorre migração células mesenquimais entre ectoderma e a cloaca que leva deficiência músculo oblíquo e transverso abdominal, ausência de músculos retais.
  • Pode haver ruptura da bexiga, divisão pênis e escroto.
  • A bexiga e a uretra ficam fora da cavidade abdominal. Uretra e genitália não são formados completamente. Ossos da pelve são separados (diástases)
  • 1960 – Primeiro caso de sobrevida

 

EXTROFIA DE CLOACA

Pode estar associada a outras más formações:

Complexo de OEIS

  • O – onfalocele
  • E – extrofia de cloaca
  • I – ânus imperfurado
  • S – alteração da coluna vertebral

 

DIAGNÓSTICO PRÉ NATAL

  • USG – a imagem pode ser interpretada como onfalocele ou gastrosquise

CONSEQUÊNCIA

  • Incontinência e refluxo urinário
  • ITU de repetição
  • Marcha com rotação externa dos pés
  • Menor crescimento dos MMII

TRATAMENTO

  • Cirúrgico – Primeiros dias de vida. Objetivo preservar a função renal e reconstrução funcional
  • Extrofia de cloaca – ostomia
  • Avaliação do ortopedista – osteostomia pélvica com fixador
  • Vários tempos cirúrgicos
  • Mudança de sexo

 

MUDANÇA DE SEXO

  • Dependendo do acometimento a reconstrução do pênis pode não ser satisfatória do ponto de vista estético e funcional. Nesses casos a mudança de sexo pode ser uma alternativa
  • Deve ter o consenso dos pais ou responsáveis e esclarecimento de todas as dúvidas
  • Considerar: Androgênios e testosterona são secretados pelos testículos fetais a partir da 9ª e 10ª sem. gestação – Marcas no SNC.

LEGALIZAÇÃO MUDANÇA DE SEXO

  • Conselho Federal de Medicina – Resolução 1.664/03 – trata do direito da definição de sexo
  • Constituição 1998 art. 1º, inciso III e no art. 196 – intervenção mutiladora é lícita em razão de interação terapêutica.

 

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

  • O grande desafio é manter a integridade dos órgãos expostos até a correção cirúrgica e evitar infecção;
  • Controle da dor (score)
  • Controle de diurese rigoroso
  • Cuidados com estoma (quando for realizado)
  • Cuidados com fixadores ortopédicos

Cuidados com a pele (úlcera de pressão) devido dificuldade de mudança de posição.

UTI NEONATAL


 

18/12/2015

Prof.ª Ana Paula

Disciplina: Assistência de Enfermagem em UTI Neo

Tema:

  • Apresentação da disciplina;
  • RN Prematuro: características;
  • Distúrbios respiratórios:
  • SDR;
  • Síndrome de aspiração de mecônio;
  • Hipertensão Pulmonar;
  • Pneumotórax;
  • Displasia Broncopulmonar;
  • Apneia da prematuridade;
  • Hérnia diafragmática.

RN Prematuro:

Nascido vivo com IG inferior a 37 semanas.

Características:

  • Cabeça relativamente grande em relação ao corpo,
  • Rosto fino,
  • Olhos salientes,
  • Nariz achatado,
  • Pescoço curto,
  • Pele macia, transparente de cor vermelha escura,
  • Unhas curtas e flexíveis,
  • Pouco tecido adiposo,
  • Choro débil,
  • Dificuldade respiratória na sucção e deglutição.

Cuidados Imediatos (Agora, prioridade):

  • Estabelecimento e manutenção respiratória: Oxigenioterapia pós-aspiração traqueal;
  • Aquecimento: Os RNs são altamente Termolábeis (que se altera pelo calor);
  • Isolamento e Profilaxia de infecções: Uso de técnica asséptica (procedimentos esterilizados – sem a presença de germes – para evitar o risco de infecções), sistema imunológico imaturo;
  • Ganho Ponderal: alimentação deve ser iniciada o mais rápido possível, deficiência nutricional. Passar sonda Oro gástrica, realizar o TR (teste de resíduo) administrar o complemento por gavagem com uma seringa sem o êmbolo, seguindo orientação médica;

Cuidados Mediatos: Usar Técnicas:

  • Em todo os cuidados;
  • Observar constantemente o bom funcionamento da incubadora e oxigenoterapia;
  • Verificar batimentos cardíacos, respiração, temperatura e coloração da pele;
  • Higienizar a pele e controlar eliminações;
  • Controle do peso, conforme rotina do serviço;
  • Curativo e observar o Coto Umbilical, diariamente;
  • Cuidados especiais no momento da alimentação;
  • Mudança de decúbito, para evitar deformidades;

Incubadora/Isolete:

  • Aparelho destinado a receber neonatos prematuros ou com algum agravo, onde encontramos calor constante, igual ao do corpo.
  • Esse aparelho permite:
  • Circulação do oxigênio úmido em seu interior;
  • Manutenção da temperatura interior em torno de 36º c;
  • Mudança de decúbito constante;
  • Abertura das portinholas, que dão acesso aos braços dos profissionais;
  • Observação: A limpeza deve ser feita diariamente, apenas com água e sabão (álcool danifica o acrílico).

 

Fototerapia:

Consiste em um processo terapêutico baseado na ação de luz artificial (total de 120 watts) sobre o organismo humano.

Antes de Iniciar:

  1. Certificar o número de lâmpadas presentes (08 a 10 fluorescentes);
  2. Certificar o número de horas de uso (vida útil em torno de 200 h);
  3. Posicionar o aparelho junto ao berço ou à Isolete mantendo 40 a 60 cm de distância entre as lâmpadas e o RN;
  4. Evitar corrente de ar no berço;

Cuidados com o RN em Foto:

  1. Retirar a roupas do RN exceto a fralda (proteção da genitália e controle de eliminações fisiológicas);
  2. Proteger os olhos – essa proteção deve permanecer todo o tempo de exposição, somente retira – lá no banho, troca de fraldas e alimentação desligar a foto enquanto isso. É preciso fechar os olhos da criança antes de receber a proteção. Observação: É preciso fechar os olhos da criança antes de receber a proteção.
  3. Verificar a temperatura da Isolete de 4/4 horas;
  4. Observar quantidade e o aspecto das eliminações fisiológicas (fezes e urina);
  5. Mudar a posição do RN em intervalos frequentes;
  6. Observar a pele, a fim de buscar precocemente sinais de queimaduras;
  7. Hidratação conforme orientação médica;
  8. Verificar SSVV (Sinais Vitais), mudança de sensor do oxímetro a cada 2 h;

Observação: Antes de instalar o sensor de o oxímetro proteger o local com um pedacinho de Hidrocoloide para evitar UPP (lesão por pressão) e se for a primeira vez que ligar o monitor não deixar o sensor no RN para não dar falso parâmetro.

Terminologia

Prematuridade: É conceituado em função da IG (Idade Gestacional) – É todo RN com IG menor que 37 semanas.

RN de baixo peso: Menor que 2500 g independente da IG.

Prematuro de Extremo baixo peso: Menor que 1000 g.

Prematuro de muito baixo peso: Entre 1000 g e 1500 g.

Prematuro Tardio: IG entre 34 semanas e 36 semanas e 06 dias.

RN pequeno para IG: Menor que percentil 10º.

RN a Termo: IG entre 37 e 42 semanas.

RN pós Termo: Maior 42 semanas de IG poderá ser dividido em: Pós Datismo – sem sinais de insuficiência placentária – e – Pós Maturo – com sinais de insuficiência placentária.

Restrição de Crescimento Intrauterino: Crescimento menor que o percentil 10 em duas medidas sequenciais.

Aborto: Morte de um produto de concepção menor que 500 g – 20, 22 semanas menor que 25 cm.

Morte Fetal: Morte ocorrida antes da expulsão completa do corpo materno independente da IG.

Período Perinatal: 22 semanas de concepção até o 07º dia após o nascimento.

Período Neonatal: Nascimento até 28º dia de vida.

Período Neonatal Precoce: nascimento até o 07º dia de vida.

Período Neonatal Tardio: Entre o 07º dia e 28 dias de vida.

 

 

 

CADERNO DE ORGANIZAÇÃO 2016


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LISTA DE OBJETIVOS E METAS PARA 2016


1 – O que tenho para fornecer para o Universo?

Minha paciência.

Dom de ouvir as pessoas.

Facilidade de sorrir.

Facilidade de Observação.

2 – O que quero Desenvolver esse ano?

Ser uma pessoa mais disciplinada.

Desenvolver mais a paciência.

Ser mais alegre.

Ser mais cômica.

3 – Como esse meu pedido vai possibilitar, o compartilhamento com o mundo?

Começando agora!

Começando hoje!

Compartilhando mais!

 

Eurico Gomes

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